domingo, 29 de agosto de 2010

Do tempo que temos

O sopro de vida e o tempo
nascemos.
Não diga: Eu não tenho tempo
o tempo é inerente a você
enquanto o sopro ainda estiver em seus pulmões

Ao passo que perdemos o tempo que passou
temos o tempo presente
e a expectativa do tempo futuro
o nascimento e a expectativa

Um velho sentado
no banco de uma praça qualquer
jogando cartas com outros velhos
um deles diz: aposto todo tempo que tenho
ele perde.

Ataque cardíaco

Um comentário:

  1. Belo poema, Michel!
    Concordo com as cervejas.
    Quarta e quinta, pra mim, são os dias mais tranquilos. E pra vc?

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